Fundo 3D

Melhorando a experiência com o Unity

Já comentei em outro post que eu gosto do Unity. Mas também não o acho perfeito. E muita gente pegou birra e desistiu dele…

Na minha opinião, se implementassem 2 recursos de personalização já diminuiria muito a rejeição:

  1. A possibilidade de deixar o menu lateral fixo – Muita gente se irrita com esse menu (por ficar oculto… por ficar aparecendo quando chega o mouse no canto… por não ficar exibindo os programas abertos…). Ele fixo resolveria algumas dessas questões.
  2. A possibilidade de mudar o local do menu – Muita gente ficaria feliz e satisfeita de poder colocar o menu no topo ou na parte de baixo da tela (até daria um visual um pouco similar ao Windão 7)

Bom, como ainda não estão disponíveis essas opções, existe um programa bacana (antigo, mas agora até me chamou mais a atenção), cuja intenção era aproveitar o visual do dock do Mac: o docky

Para instalar, basta clicar neste link, ou encontrá-lo na Central de Programas do Ubuntu como docky mesmo.

Por padrão, ele aparece assim:

Ele exibe para você os programas que estão abertos no momento (além de outras coisas).

Ele é bem configurável, permitindo auto-ocultar (ou não), deixar em Modo Painel (ocupando toda extensão), deixar uma aparência 3D…

Uma dica bem simples, mas pode ser útil.

16 opiniões sobre “Melhorando a experiência com o Unity”

  1. “por não ficar exibindo os programas abertos…”

    Exibir, exibe, mas não é tão fácil notar..

    no lado esquerdo do icone, fica setas informando qual está funcionando.
    Se estiver fina, está em outra “área de trabalho”. No lado direito do icone, fica a seta no programa atualmente ativo.

  2. Legal seu post, eu também gostei muito do Unity, e por coincidência hoje resovi testar uma ferramenta parecida como o Docky o awn, que muito legal por sinal e parece que fazem as mesmas coisas, fica a dica.

  3. Uso o docky a algum tempo, inicialmente usava ele com o auto-hide, sem ocupar a tela inteira e na parte de baixo da tela. Mas comecei a ficar cansado dele se escondendo pois era complicado ver os programas abertos e mudar de um pra outro usando o scroll do mouse. Então tentei deixar ele apenas como lançador e a barrinha do gnome 2 pros programas abertos, pra minha frustração, isso não é possivel, pelo menos uma das barras do docky precisa ser usada para mostrar os programas abertos. Tentei ver outra opção, mas gosto do docky, principalmente pelo plugin do gmail dele. Hoje uso uma docky de cada lado, na esquerda com lançadores e na direita uma inutilizada com os programas abertos. No começo enche o saco ao tentar ir pra barra de rolagem e mostra ele, mas depois acostuma e só acontece raramente.

    Ubuntu 10.04.

  4. É possível fazer com que o launcher não desapareca. Está nas configurações do Ubuntu Unity Plugin no CCSM (pacote compizconfig-settingsmanager)

  5. não curto nada o unity, talvez que sabe algum dia, e uso o dokcy desde o ubuntu 9.10, muito legal e dá uma surra no unity em personalização e efeitos, em tempo acho horrível o unity aparecer toda a vez que o mouse vai ao canto da tela, fica um saco mover arquivos no nautilus e não acho que mante-lo fixo na tela ajudaria muito, principalmente quem não tem monitor widescreen, tenho um monitor de 17′ e se tivesse fazer o que faço nele, em um widescreen teria que ter uma tela de 21,5′

  6. Muito Bom… já estava com saudades de uma barra destas… :) Vou também instalar para o meu pai que fica brigando com o unity KkkkkKk..

  7. Eu curti muita coisa no Unity, e entretanto detestei outras.
    A barra no lado e o menu de programas estilo Maczinho são oque me deixa mais emputecido. Principalmente ao usar algo como o GIMP os menus lá longe da janelas me irritam.

    Bom, tirando uns ou outros bugs ela esta dando pra usar, e alguns conceitos realmente são mais práticos doque ficar usando menu estilo windows

  8. A possibilidade de mudar o local do menu – Muita gente ficaria feliz e satisfeita de poder colocar o menu no topo ou na parte de baixo da tela (até daria um visual um pouco similar ao Windão 7)

    Não concordo quando você diz (até daria um visual um pouco similar ao Windão 7). Faz alguns anos que migrei de Windows para o Linux (Ubuntu) e sabe o que me fez migrar do Ubuntu para o Linux Mint? O unity. Uma das coisas mais legais do Linux, o compiz, emerald e gnome 2 foram substituídos. Gosto da barra de menu na parte de baixo, como o windows e nem por isso minha escolha deixa de ser o Linux. Personalização é uma das características muito interessantes no mundo Linux, agora quando começa-se a limitar e dificultar as escolhas do usuário, a atitude fica próxima da Microsoft, que fecha o código e obriga ao usar o que está disponível. Mesmo que seja por alguma estratégia. Ninguém vai parar de usar windows porque o unity não dá trabalho. A força do Linux, ao meu ver está na possibilidade de customização. Opinião pessoal.

  9. André,
    Faço parte dos que não se agradaram com o novo ambiente gráfico, mas também não me agradei com o Gnome 3, aguardo melhorias na usabilidade de ambos. Admito que sinto-me órfão atualmente. 😛

    Não gosto do Unity por três motivos:

    1. O primeiro deles é simples: Acredito que o botão do menu Ubuntu deve estar na barra superior (metacity). É a identidade maior do sistema. Ele deve ficar visível. Na versão 11.04 ele ficou perfeito, na minha opinião.

    2. Muito MacOS-like: O tema “marrom-totô” (como diziam os bem-humorados) não era do agrado de muita gente, mas tinha personalidade. Não é à toa que ainda tem muito do “espírito” no novo tema do Ubuntu. O problema é que o Unity com seu menu universal, docks e botões de decoração de janela à esquerda só me (nos) remete ao MacOS. Há lógica em posicionar os botões de janela à esquerda! Todo controle das aplicações fica bem próximo do menu Ubuntu (novamente eu cito que o menu ficava melhor situado na versão 11.04). Por exemplo, se eu quiser fechar, minimizar, maximizar uma sessão do Nautilus e tiver vontade de abrir o Rhythmbox, o percurso até o menu fica bem menor, mas como nos ambientes gráficos pouco se cria e muito se copia (incluo nesse comentário a maioria dos ambientes gráficos e sistemas operacionais que conhecemos), não recrimino as características do Unity.

    3. Uma simples ação que me frustrou: Estava com uma sessão do Nautilus e do VLC aberta. Meu Nautilus estava maximizado. Eu queria arrastar uns capítulos de Dr. House para o VLC. Consegui? Não! Arrastei o mouse selecionando os arquivos para próximo ao dock lateral onde tenho anexado o ícone do VLC e o aplicativo não surgiu como no primeiro plano. Ainda tentei executar um alt+tab enquanto o mouse esteve com os arquivos selecionados, sem sucesso. Só realizei esta simples ação quando reduzi a janela do Nautilus. Essa e outras ações ficaram bem mais “demoradas” no Unity. Coisa que faziamos em 1 ou dois atos, agora encontramos demora.

  10. Putz! Será que só eu sou do contra? Só mudei pro gnome por causa do unity… não aguentava mais o kde…

  11. Eu gosto do Unity. E uso do jeito que ele veio.
    Acho bacana o recurso de deixar a “tecla windows” apertada e teclar o número do programa que desejo abrir, facilita muito. Para abrir um aplicativo eu faço do mesmo jeito nele e no Windows 7: tecla windows + digitar nome do programa. A única coisa que me incomoda é a lentidão da Central de Programas, mas adoro o Unity.

    Entre Gnome 3, KDE, Windows 8 (a interface Metro também causa estranheza no começo) e Unity eu fico com o Unity. Todas as interfaces mudarão para esse estilo meio “tablet” e quem gosta de Gnome 2 vai ter que rever os conceitos.

  12. Faltou dizer que eu não uso muito o mouse para alternar entre janelas. Então não mudou tanta coisa assim pra mim.

  13. Na minha opinião, o aproveitamento da tela do Unity é o melhor. Você tem praticamente toda a tela do monitor para o programa que você está usando.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *