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O Ubuntu foi ultrapassado no Distrowatch por… outro Ubuntu

Eu sempre fiquei impressionado pelo fato de o Ubuntu ter sido lançado em outubro de 2004 e a partir de abril de 2005 já estar no topo da lista do Distrowatch que faz um levantamento das distribuições mais usadas. E ele permaneceu sempre no topo… Até agora.

Vi no BR-Linux que o Ubuntu finalmente foi ultrapassado, mas o que é curioso é que foi ultrapassado justamente por uma distribuição derivada do próprio Ubuntu, o Linux Mint.

É sempre difícil dizer com certeza a razão para isso, mas existem diversas causas prováveis.

O Ubuntu se deu bem entre usuários comuns por sempre focar em ser um sistema simples, com boa usabilidade e com um bom leque de opções de programas para os usos mais variados. E essa ainda é uma das preocupações principais. Mas as recentes mudanças na interface e a transição para um novo paradigma causaram certo espanto em muitos usuários.

Desde que eu comecei a usar o Ubuntu, resolvi usá-lo na forma em que é oferecido, sem grandes alterações e personalizações, para acompanhar o que a maioria dos usuários tem em mãos. Porém a minha reação foi diferente quando vi o Unity e as novas funcionalidades. Pensei: “Wow! Isso vai deixar muito mais rápido e agradável o uso do computador”.

Como assim? Primeiro, o esforço para usar o máximo da área disponível do monitor. Depois, um menu onde não preciso ir até as aplicações, mas só bater em uma tecla e digitar um pedaço do nome. Ainda, um menu que automaticamente me dá atalhos de teclado para as principais aplicações, sem que eu precise configurar…

É claro que nem tudo são flores na vida de Joseph Climber… Confesso que algumas mudanças de atalhos, algumas funcionalidades perdidas e alguns bugs no Unity me incomodam… Mas tenho pra mim que o ganho vale a pena (e estou feliz em ver que a equipe está em cima para ir melhorando de forma rápida).

E o fato de ter sido ultrapassado pelo Linux Mint é um indicativo de que o problema principal não é o Ubuntu, e sim as mudanças. As mudanças vêm. Adaptações precisam ser feitas. O que será do Linux Mint quando chegar a hora de eles atualizarem essa parte?

Bom, eu estou ansioso pelo 12.04. O ciclo já está à toda e muita gente boa está comprometida com o projeto… E bora resolver o Bug #1 do Ubuntu, que não tem o seu problema com outras distribuições, mas a ideia é espalhar a liberdade…

Dell ou HP?

Dell + Ubuntu

Atualização: A situação aqui no Brasil é um pouco diferente. Vejam os comentários abaixo.

Enquanto a HP simplesmente não recomenda a instalação do Linux, pois eles não tem a capacidade de garantir que os equipamentos deles vão funcionar, a Dell dá mais um ótimo passo em sua parceria com o Ubuntu.

Segundo o Mark Shuttleworth (em seu blog), a Dell incorporou o suporte a DVD em sua imagem do Ubuntu que vem pré-instalado. Reproduzindo o post do grande sábio:

Os bons companheiros da Dell adicionaram a capacidade de reprodução de DVD à imagem que eles pré-instalam para quem compra computadores Dell com Ubuntu.

Multimídia e DVD são freqüentemente citados como as maiores faltas para as expectativas de um “sistema totalmente funcional” para um consumidor típico. Idealmente, poderíamos disponibilizar uma grande experiência em multimídia em uma pilha de software livre, mas as patentes estado-unidenses tornam isso impossível, pois ate o momento requer software proprietário. Minha esperança é que a indústria de conteúdo perceba que DRM e restrições de reprodução são nocivas para seus próprios interesses, e que a decisão da EMI de vender MP3 leve a um movimento mais amplo longe de tecnologias restritivas.

Então, obrigado e parabéns à Dell por cuidar de seus consumidores, esta é mais uma razão para dar a alguém perto de você um Dell resistente a vírus, a spywares e baseado no Ubuntu em 2008 :-)

Seria bom se aqui no Brasil também ouvissem os desejos do povo…

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Menos drivers = Mais fácil, versão 4

[Estou tentando localizar a foto do meu leitor de cartões para colocar aqui]

Aproveitando a idéia do Duda, nosso amigo canadense de minas, resolvi contribuir com um relato de instalação de um leitor de cartões (se bem que a história da impressora do hotel que reproduzi também é um bom exemplo disso).

Certa vez eu precisei ler um cartão SD que não estava rodando na minha câmera de jeito nenhum, então resolvi comprar um leitor. Eu queria comprar um daqueles USB que não tem crise, mas achei um leitor 4 em 1 para embutir no computador por dez reais. Daí comprei…

Como estava ansioso para ler o cartão, instalei o bichinho no computador do trabalho com windão mesmo… E imediatamente… nada aconteceu…

Então fui atrás do mini manual que veio junto, que devia ser um oitavo de uma A4, onde basicamente mandava baixar o driver do site. Baixei e instalei. Então, imediatamente… Nada aconteceu novamente.

Reiniciei a máquina (como eu adoro isso). Para minha surpresa teve efeito. O windows criou 4 novos drives com letrinhas E:, F:, G: e H:. Cada um para um dos tipos dos cartões que o leitor lia. Então coloquei o cartão SD. Nada. Esperei um pouco… Nada ainda… Dois cliques, clique com o botão direito, tirei cartão, coloquei cartão, pedi por favor… Nada… Mas pelo menos o windows sabia que o leitor estava lá, afinal ele montou 4 letrinhas novas.

Como vi que não tinha futuro desisti.

Cheguei em casa e pluguei no meu computador de 3 anos de idade com Ubuntu (com ele desligado, porque tem que ligar por dentro). Liguei o computador. Quando terminou de ligar coloquei o cartão SD no leitor, deu 2 segundos e apareceu um ícone com um formato de cartão SD na minha área de trabalho com acesso a todos os arquivos! Magavilha! Pena que o Linux seja tão complicado. (OBS: fui irônico)

Escreva também seu relato sobre Menos drivers = Mais fácil.

Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
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Ubuntu 7.10 vs Windows XP: A história da impressora do hotel

[Impressora]

Importante: Este texto não é um estudo comparativo entre os dois sistemas. É apenas um relato sobre um dia frustrante com o Windows. Achei que o texto estivesse deixando isso claro, mas percebi que algumas coisas precisam ser explicitadas.

Há uns dias atrás circulou a história de uma pessoa que teve que encarar o Windows XP para imprimir um documento em um hotel. Como é uma história parecida com situações que já passei, aproveitei para traduzir. Segue abaixo:

Eu passei a última semana em Dallas ministrando um curso de administração de sistemas Linux. Parte do meu trabalho era aplicar um exame no último dia do curso, portanto eu precisava imprimir algumas páginas para os candidatos. Bem, eu esqueci de fazer isso enquanto estava no escritório, então quando voltei ao hotel imaginei que poderia fazer isto ali. Foi onde eu fui confrontado novamente com uma máquina com Windows XP…

Eu sabia que provavelmente eu iria imprimir a partir de uma máquina com Windows, então coloquei os arquivos em .pdf em um pequeno dispositivo USB formatado com sistema de arquivos msdos. Eu imaginei que simplesmente conectaria o dispositivo na máquina com XP, mandaria imprimir e pronto. Bom… Acho que estou tão acostumado com o Ubuntu que estou dando muito crédito ao Windows XP. Vou dizer como realmente aconteceu.

Eu conectei meu dispositivo USB e levou um minuto inteiro para reconhecer, carregar e permitir o meu acesso aos dados. Conectando o mesmo dispositivo no Ubuntu espero menos de cinco segundos. Note que o Ubuntu reconhece mais rápido mesmo que o sistema de arquivos não seja nativo do Linux.

Eu naveguei pelo gerenciador de arquivos e encontrei o disco removível. Eu reparei que ele não reconheceu o arquivo .pdf, mas estava me sugerindo que o abrisse com o Internet Exploder. Ok, vamos tentar a opção “abrir com”… não, o Adobe pdf viewer (ou algo compatível) não foi encontrado. Imagino que vou ter que baixar o Adobe Reader. 22Mb de um arquivo auto-executável depois (para um simples visualizador de .pdf? Você está brincando!) eu tentei instalá-lo. Nada, não pude instalar porque eu não era o administrador da máquina. Ok, está ficando interessante.

Então, encontrei um dos funcionários do hotel e perguntei poderiam me ajudar a instalar o Adobe. Me olharam como se eu fosse um imbecil e honestamente me disseram “apenas abra com o Microsoft Word”. Hmmm… ok, esquece. Também me disseram que a impressora “só funciona às vezes” e que poderia querer “ir à biblioteca para imprimir as coisas”.

Por fim, eu simplesmente perguntei se eu poderia apenas conectar a impressora ao meu laptop e imprimir dali. Eles não se importavam. Sim, esses funcionários são nota dez! :)

Vamos tentar novamente do jeito “certo”.

Eu conectei o dispositivo USB em meu laptop. Detectou, montou e abriu para visualização em menos de cinco segundos. Dei dois cliques sobre o ícone e ele abriu no Evince. Certo, muito menos trabalho para acessar o documento. Agora vamos à impressora.

Conectei a impressora via USB e esperei um minuto. Talvez trinta segundos depois a impressora estava detectada, instalada e configurada. A área de trabalho me disse que “A impressora X está configurada e pronta para uso”. Legal. Acho que o system-config-printer deveria ser renomeado para zero-config-printer porque é esse o trabalho que se deve fazer para configurar a impressora!

Então cliquei em imprimir no Evince e o documento foi impresso. Feito. Sabe, as pessoas ainda insistem em me dizer que elas não querem usar o Linux porque é difícil ou porque o Windows XP simplesmente funciona para aquilo que eles querem fazer. Está brincando? Só nessa tarde ele me deu duas vezes mais trabalho para *tentar* imprimir algo, que não funcionou. O Ubuntu “simplesmente funcionou”… Vai entender.

Assino embaixo!

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Era uma vez a OpenDocument Foundation

[Tudo por Dinheiro]

Primeiro, eles retiraram o suporte ao seu formato homônimo OpenDocument e declararam uma mudança para o formato Compound Document (CDF) da W3C. Depois, Chris Lilley, da W3C, deixou claro que o CDF “não foi criado para formato de escritório, e não é adequado para uso como tal“. Agora, a Fundação misteriosamente fechou, deixando a seguinte mensagem: “A OpenDocument Foundation, Inc, está fechada. Nós desejamos sinceramente aos nossos amigos e associados na Comunidade OpenDocument o melhor e muito sucesso daqui pra frente. Tchau e boa sorte.”

Fonte: Slashdot e Br-Linux

Mais reforços na tradução do Ubuntu

Tradução

Como sabem, o Ubuntu é muito mais do que uma distribuição. Ubuntu é uma imensa comunidade aberta e acolhedora, onde voluntários carregam e compartilham o espírito do Ubuntu.

A tradução do Ubuntu não é diferente. O Ubuntu é trazido a você em português brasileiro graças a diversos voluntários responsáveis por traduzir frase por frase de inúmeros programas. Nesse contexto existe o time de tradução, que é responsável por revisar as traduções de inúmeros voluntários para definir o que entra ou não no Ubuntu.

Hoje anuncio mais dois reforços no time: O Efraim Queiroz e o Rafael Sachetto. Muito obrigado pelas contribuições já feitas e bom trabalho agora com a revisão das traduções. E vamos ao nosso próximo alvo: Ubuntu 8.04 100% traduzido!!

Muito trabalho pela frente, mas com uma equipe forte de tradutores e revisores podemos chegar lá.

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Por que o Ubuntu não está copiando o Vista

Ruindows Asta la Vista

Clonando o post do Morgan Collett que vi no Planet Ubuntu:

De acordo com o site da Dell (e aqui no site da Dell em português), executar o Windows Vista com 512Mb de RAM é “Excelente para inicializar o Sistema Operacional sem executar aplicativos ou jogos”.

O Ubuntu não precisa ser compatível nessa área…

PS: O Cesar pediu nos comentários pra incluir no texto o link para o screenshot que ele tirou. Tá feito!

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