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Quantos programadores são necessários para trocar uma lâmpada?

Resposta curta: Nenhum, trocar lampadas é um problema de hardware.

Resposta longa:

Programadores da Microsoft:
Nenhum. Se a lâmpada estiver queimada, a microsoft vai declarar isso um novo padrão.

Programadores do Google:
Nenhum, porque acreditam que lâmpada é coisa do passado. E desenvolvem o GSunLight.

Programadores C:
6. 1 para trocá-la e 5 para seis mais tarde entenderem como ele fez isso.

Programadores Java:
1 para fazer o levantamento de requisitos, 1 para fazer os diagramas, 1 para instalar o TomCat, 1 para definir as classes, 1 para analisar as classes criadas, 1 para declarar os objetos, 1 para documentar o sistema, 1 para inserir a lâmpada na máquina virtual.

Programadores Clipper:
Só um, mas ninguém o encontra.

Programadores Python:
Já trocou?

Programadores PHP:
Só um, desde que haja alguém para desenhar o layout da lâmpada.

Programadores Delphi:
Estão procurando os módulos de troca de lâmpada nos fórums.

Programadores Whitespace:
”  ”

Programadores Ruby
Só um, e garante que só ele sabe fazer isso da melhor forma.

Piadinha: A profissão mais antiga

Li essa piadinha há muito tempo atrás em um livro de algoritmos.

Dizem que um engenheiro, um cirurgião e um cientista da computação estavam discutindo sobre qual seria a profissão mais antiga do mundo. O cirurgião começou:

– A profissão mais antiga é a de cirurgião, pois quando Deus retirou a costela de Adão para criar Eva ele exerceu um belo trabalho de cirurgião.

Então o engenheiro retrucou:

– Mas você se esqueceu de que antes disso, quando só havia o caos, Deus construiu os fundamentos do universo, demonstrando um ótimo trabalho de engenharia.

Então o cientista da computação se inclinou em sua cadeira, deu um sorriso e perguntou:

– Mas quem vocês acham que criou o caos?

O acidente do português

Em 98 e 99 eu trabalhei como estagiário na Copel (Maringá). Em algum momento enquanto estava lá, repassaram o texto abaixo na parte de humor em um informativo. Esses dias fiquei curioso e resolvi procurar na internet. Achei o texto idêntico. Segue abaixo (Aos irmãos lusitanos: é só uma piadinha que repasso como recebi, vocês também vão achar engraçado):

Tribunal Judicial da Comarca de Cascais – Portugal

Explicação de um operário português acidentado à companhia seguradora, sobre seu estranho acidente. Esta transcrição foi fornecida pela seguradora.

TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DE CASCAIS

Excelentíssimos Senhores.

Em resposta ao pedido de informações adicionais informo:

No quesito número 3 da participação de sinistro mencionei “tentando fazer o trabalho sozinho” como causa de meu acidente. Disseram em vossa carta que deveria dar uma explicação mais pormenorizada, pelo que espero, os detalhes abaixo sejam suficientes.

Sou assentador de tijolos. No dia do acidente, estava a trabalhar sozinho no telhado de um edifício novo de 6 (seis) andares. Quando acabei meu trabalho, verifiquei que haviam sobrado 250 quilos de tijolos. Em vez de levá-los na mão para baixo, decidi colocá-los dentro dum barril com ajuda de uma roldana que, felizmente, estava fixada num dos lados do edifício, no 6º andar.

Desci e atei o barril com uma corda, fui para o telhado, puxei o barril para cima e coloquei os tijolos dentro. Voltei para baixo, desatei a corda e segurei com força, de modo que os 250 quilos de tijolos descessem devagar (de notar, indiquei no quesito número 11 que meu peso era de 80 quilos).

Devido a minha surpresa por ter saltado repentinamente do chão, perdi minha presença de espírito e esqueci-me de jogar a corda. É desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade. Nas proximidades do 3º andar, embati no barril que vinha a descer, o que explica a fratura no crânio e a clavícula partida.

Continuei a subir em uma velocidade ligeiramente menor, não tendo parado até os nós dos dedos das mãos estarem entalados na roldana. Felizmente, já que havia recuperado minha presença de espírito, consegui, apesar das dores, agarrar a corda. Mais ou menos ao mesmo tempo, o barril com os tijolos chegou ao chão e o fundo partiu-se. Sem os tijolos o barril pesava cerca de 25 quilos (refiro-me novamente ao quesito 11 – meu peso era de 80 quilos). Como podem imaginar, comecei a descer rapidamente. Próximo ao 3º andar, encontro novamente o barril que vinha à subir. Isto justifica a natureza dos tornozelos partidos e das lacerações nas pernas, bem como nas partes inferiores do corpo. Porém, o encontro com o barril arrefeceu minha descida o suficiente para amenizar os meus sofrimentos quando caí em cima dos tijolos e, felizmente, só fraturei as vértebras.

Lamento, no entanto, informar que enquanto me encontrava caído em cima dos tijolos com dores que me incapacitavam de levantar, vendo o barril acima de mim, perdi novamente minha presença de espírito e larguei a corda. O barril pesava mais que a corda e então desceu, caindo em cima de mim, partindo-me as duas pernas.

Espero ter dado a informação solicitada do modo que ocorreu meu acidente.

O Google me avisou que eu encontraria esse texto aqui.

Microsoft envia vírus ao espaço

Certa vez eu li que o vírus de computador é o primeiro ser vivo criado pelo homem. Como ser vivo consideravam algo que poderia sobreviver e se multiplicar de forma autônoma.

Orgulhosa por este feito, a Microsoft fez uma parceria com a Nasa para ser a primeira empresa a enviar um vírus de computador ao espaço.

A empresa é pioneira no ramo de vírus de computador, criando sistemas operacionais 100% compatíveis com a maioria dos vírus do mercado.

Saiba mais.