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Por onde anda a tocha olímpica?

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Se você é um fã das olimpíadas ou se você quer saber aonde pode fazer seu protesto, você pode acompanhar o trajeto da tocha olímpica on-line.

Mais uma vez o Google mostra que tem o mundo todo sob os seus olhos e disponibilizou um site para acompanharmos o trajeto da tocha olímpica pelo Google Maps.

Como diria o Luciano Huck, “ficou bem feitinho”.

Não vou ao FISL esse ano!

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:(

Infelizmente não poderei ir ao FISL esse ano.

Dou aulas na quinta e na sexta, além de não estar tão bem financeiramente como os milionários do Ubuntu-BR (Fábio, Licio e Duda)…

Recomendo a todos que puderem ir que vão. Infelizmente a edição deste ano não vai ser tão legal, pois não vai contar com esta celebridade que vos fala… Mas mesmo assim ainda acho que vale a pena.

Peço desculpas a algumas pessoas como o Coringão, pois prometi a ele jogar OpenArena com ele no FISL…

Vou tentar acompanhar o povo on-line… E por falta de Andre, o Gondim estará por lá… Só tomem cuidado porque ele traduz tudo o que vê pela frente (Quando ele vê um notebook da Apple ele já pega uma caneta e escreve “Maçã” embaixo :P ).

Há 22 anos…

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Há 22 anos atrás o Marty estava fazendo sua primeira viagem no tempo…

[]

With Hope

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doll

No último final de semana, uma criança foi violentada e assassinada em minha cidade. Não há o que dizer a respeito, mas essa música expressa bem o sentimento (tradução abaixo):

This is not at all
How we thought it was supposed to be
We had so many plans for you
We had so many dreams
And now you’ve gone away
And left us with the memories of your smile
And nothing we can say
And nothing we can do
Can take away the pain
The pain of losing you, but…

We can cry with hope
We can say goodbye with hope
‘Cause we know our goodbye is not the end, oh no
And we can grieve with hope
‘Cause we believe with hope
There’s a place where we’ll see your face again

And never have I known
Anything so hard to understand
And never have I questioned more
The wisdom of God’s plan
But through the cloud of tears
I see the Father’s smile and say well done
And I imagine you
Where you wanted most to be
Seeing all your dreams come true
‘Cause now you’re home
And now you’re free, and…

We can cry with hope
We can say goodbye with hope
‘Cause we know our goodbye is not the end, oh no
And we can grieve with hope
‘Cause we believe with hope
There’s a place where we’ll see your face again

We have this hope as an anchor
‘Cause we believe that everything
God promised us is true, so…

We can cry with hope
We can say goodbye with hope
‘Cause we know our goodbye is not the end, oh no
And we can grieve with hope
‘Cause we believe with hope
(There’s a place by God’s grace)
There’s a place where we’ll see your face again
We’ll see your face again

We wait with hope
And we ache with hope
We hold on with hope
We let go with hope

With Hope - Steven Curtis Chapman

Tradução:

Isso tudo não é
Como pensamos que deveria ser
Nós tínhamos tantos planos pra você
Nós tínhamos tantos sonhos
E agora você se foi
E nos deixou com as lembranças de seu sorriso
E nada que possamos dizer
E nada que possamos fazer
Poder tirar a dor
A dor de te perder, mas…

Nós podemos chorar com esperança
Nós podemos dizer adeus com esperança
Porque sabemos que nosso adeus não é o fim, não
Podemos nos afligir com esperança
Porque acreditamos com esperança
Que há um lugar onde veremos sua face novamente

Nunca antes eu soube
De algo mais difícil de entender
E eu nunca questionei tanto
A sabedoria dos planos de Deus
Mas através da nuvem de lágrimas
Eu vejo o Pai sorrir e dizer que está concluído
E eu imagino você
Onde você mais queria estar
Vendo todos os seus sonhos se realizarem
Pois agora você está em casa
E agora você é livre, e…

Nós podemos chorar com esperança
Nós podemos dizer adeus com esperança
Porque sabemos que nosso adeus não é o fim, não
Podemos nos afligir com esperança
Porque acreditamos com esperança
Que há um lugar onde veremos sua face novamente

Nós temos esta esperança como uma âncora
Porque acreditamos que tudo
O que Deus promete é verdade, então…

Nós podemos chorar com esperança
Nós podemos dizer adeus com esperança
Porque sabemos que nosso adeus não é o fim, não
Podemos nos afligir com esperança
Porque acreditamos com esperança
(Há um lugar pela graça de Deus)
Que há um lugar onde veremos sua face novamente
Veremos sua face novamente

Nós esperamos com esperança
Sentimos saudades com esperança
Nós agüentamos com esperança
Te deixamos ir com esperança

Carta aberta sobre o infanticídio indígena no Brasil

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Há alguns dias o Og Maciel escreveu um post trazendo atenção à realidade indígena no Brasil. Gostaria de aproveitar e encaminhar uma mensagem que recebi hoje. Na mensagem ele comenta sobre uma audiência no dia 5 de setembro. Infelizmente não recebi a tempo e ainda não tenho informações do que aconteceu lá, mas vale a pena ler a carta toda.

Carta aberta sobre o infanticídio indígena no Brasil

Por Ronaldo Lidorio

Estamos juntando forças para pensar e agir sobre um assunto por demais importante. Trata-se do infanticídio praticado em etnias indígenas brasileiras sem que seja dado à família ou povo condições de diálogo sobre o assunto, na busca por outras soluções para as questões culturais que motivam tais fatos.

A ONG ATINI (Voz pela Vida) tem se proposto a discutir o infanticídio com o indígena e colaborar para a superação deste tabu social. Os elementos culturais que motivam o ato são dos mais variados em distintas etnias. Entre os Yanomami seria a promoção do equilíbrio entre os sexos. Entre os Suruwahá a deficiência física. Entre os Kaiabi o nascimento de gêmeos (sendo que a primeira criança é preservada), e assim por diante. Este não é um assunto exclusivo de nosso país. Na África centenas de etnias praticam o infanticídio. Muitos Konkombas de Gana, motivados pela subsistência, alimentam apenas as crianças mais fortes. Os Bassaris do Togo sacrificam as crianças que nascem com deficiência. Os Chakalis da Costa do Marfim o fazem por privilegiar o sexo masculino. Na China há amplo aborto de bebês do sexo feminino, por preferirem os meninos. Em dezenas de países o Estado e a sociedade têm se voluntariado para refletir sobre o infanticídio e tratá-lo à luz dos Direitos Humanos Universais. No Brasil ainda temos uma caminhada pela frente.

A ONG ATINI tem também distribuído amplamente a cartilha “O Direito de Viver” em mais de 50 etnias indígenas, gerando assim o ambiente necessário para o indígena brasileiro refletir sobre as questões ligadas ao infanticídio e outros atos nocivos à vida, dignidade e sobrevivência. Saiba mais acessando o endereço www.vozpelavida.blogspot.com.

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Brasília, promoverá uma audiência pública neste próximo dia 5 de setembro que discutirá o assunto como passo preparatório para a votação da lei Muwaji que regula e promove o diálogo construtivo pró-vida com os povos indígenas em nosso país. É o Projeto de lei 1057/2007 que aguarda parecer de aprovação no plenário. Fui convidado a participar do debate nesta data bem como em alguns outros ambientes acadêmicos e políticos nesses próximos 3 meses. Sinto que não podemos nos omitir.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos aprovada pela ONU em 1948 promulga que “todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos” (Art. 1). Afirma também que “toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e segurança pessoal” (Art. 3). Continua declarando que “todos são iguais perante a lei e têm o direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei (…) contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação” (Art.7). Saiba mais sobre a declaração acessando www.unhchr.ch/udhr/lang/por.htm .

A disputa no mundo das idéias é travada com base em duas teorias opostas. O Relativismo (neste caso mais extremado, radical) e a Universalidade Ética. O Relativismo radical torna as culturas estáticas e estanques e as pretere de transformações autônomas, mesmo as desejadas e necessárias. O bem é o bem permitido na cultura, cultivado por ela. O mal é seu oposto. Este relativismo, praticado de forma radical, incapacita o indivíduo, qualquer indivíduo, de propor mudanças em sua própria cultura por entender a cultura como um sistema estático e imutável, um universo a parte, pressupondo que as presentes normas culturais são perfeitas em si. Nasce daí o purismo antropológico, que enxerga todo elemento cultural como relevante e absoluto, todo costume como funcional e toda prática como algo justificável, sem necessidade de avaliação ou contraste, mesmo pelo próprio povo.

A Universalidade Ética, por outro lado, pressupõe que os homens, povos e culturas fazem parte de uma sociedade maior que é a sociedade humana. E esta possui, em si, valores universais de moralidade como a dignidade, sobrevivência do grupo e busca pela continuidade da vida do indivíduo. Rouanet expõe que o homem não pode viver fora da cultura, mas ela não é seu destino, e sim um meio para sua liberdade. Levar a sério a cultura não significa sacralizá-la e sim permitir que a exigência de problematização inerente à comunicação que se dá na cultura se desenvolva até o seu descentramento. Este argumento nos leva a compreender que os conflitos são universais, como a morte, o sofrimento, a discriminação ou a repressão. Perante conflitos universais podemos compartilhar a mútua experimentação na busca de soluções internas. Ao conversar com um índio Tariano no Alto Rio Negro, depois de prolongada sessão de perguntas sobre o processo tradicional Tária de sepultamento, ele concluiu dizendo que “como vocês brancos devem também saber, não há morte sem dor”. A dor, universal, resultado de conflitos e mazelas também universais, pede soluções internas que devem ser compartilhadas em um diálogo construtivo.

Porém este não é um conflito puramente de idéias e teorias em um cenário antropológico. Lida com vidas, histórias e ambientes humanos.

Devemos reconhecer o direito de todo indivíduo de levantar-se contra os valores culturais experimentados pelo seu grupo e propor novas alternativas, especialmente nos casos em que há dano à vida, à dignidade ou à subsistência.

Devemos reconhecer que nenhuma cultura é estática ou isolada da sociedade humana. E que, pertencente a esta, partilha também os mesmos sonhos e conflitos. Que a ação dialógica, sob o manto da autonomia de cada povo, trás benefícios humanos que não estancam a vivência cultural pois práticas aceitas na atualidade remontam a decisões passadas, por critérios próprios ou adquiridos.

Devemos reconhecer que o Estado brasileiro deve tratar o infanticídio indígena de forma ativa, informando e dialogando com as sociedades indígenas em nosso país a respeito das alternativas para solução deste conflito interno, que isente a morte das crianças. Que garanta o direito de vida, criação e dignidade dos indivíduos, independente de seu segmento étnico.

Edson e Márcia Suzuki, etnolinguistas e missionários da JOCUM, colaboraram para a retirada de dois bebês da tribo Suruwahá em 2005 para tratamento apropriado em São Paulo, atendendo ao apelo dos pais. A retirada dos bebês os liberava do sacrifício por iniciativa da comunidade Suruwahá. Iganani, uma das crianças, chegou a ser deixada na mata para morrer mas foi resgatada pela mãe, por convencimento da avó. Tititu, a outra criança, quase foi flechada pelo pai que decidiu levá-la aos “brancos” a procura de ajuda. A mãe de Iganani chama-se Muwaji e explicitou seu desejo por ajuda. Desejava, a despeito da prática milenar comunitária de seu grupo, preservar a vida da sua filha. Os Suzukis, durante cerca de 20 anos vivendo entre os Suruwahá, contabilizam cerca de 28 casos de infanticídio no grupo. Este fato social, a preservação da vida por iniciativa indígena, de crianças que seriam sacrificadas na comunidade, abriu um precedente ético e comportamental entre os Suruawahá. É possível que percebam o que Pritchard chama de possibilidade de solução. Quando um povo, pela iniciativa de uma idéia ou ato, repensa suas soluções para o sofrimento e as adequa a práticas mais humanizadoras na cosmovisão do próprio grupo

Envio em anexo o artigo “Não há morte sem dor - uma visão antropológica sobre a prática do infanticídio indígena no Brasil”. Você pode também acessá-lo pelo site www.antropos.com.br - sessão Artigos Selecionados.

Minha sugestão é que você se interesse pelo assunto e ajude-nos nesta caminhada. Neste caso você pode:

  1. Orar pela audiência pública no dia 5 de setembro e por diversas outras oportunidades de debate sobre o infanticídio. De forma especial pela aprovação da lei Muwaji.
  2. Se inteirar do assunto e compartilhar sua relevância e urgência com formadores de opinião e políticos de nosso país.
  3. Veicular o artigo que envio em anexo em sites, jornais e revistas. Trata de uma visão puramente antropológica do infanticídio indígena brasileiro e tem como objetivo divulgar as bases teóricas e morais para o repúdio a esta prática, valorizando o homem, a vida e as sociedades indígenas.
  4. Enviar uma mensagem de apoio à aprovação da Lei Muwaji para a relatora Deputada Janete Rocha Pietá pelo e-mail dep.janeterochapieta@camara.gov.br
  5. Se envolver com a ONG ATINI, com sede em Brasília, que no momento provê assistência aos sobreviventes de tentativas de infanticídio e luta com diversos desafios práticos no dia a dia. Acesse www.vozpelavida.blogspot.com

Que Deus nos guie e ajude.

Ronaldo Lidorio
Bacharel em Teologia pelo SPN – Recife/PE. Doutor em Antropologia pela Royal London University. Membro da American Anthropological Association. Pastor presbiteriano e membro da APMT e Missão AMEM. Consultor e autor de projetos de direitos humanos e reorganização social pós guerra em Gana, África, entre 1995 a 1999.
E-mail: ronaldo.lidorio@terra.com.br
Site: www.ronaldo.lidorio.com.br

“… a obra é grande e extensa e estamos separados, distantes uns dos outros, ao longo do muro. Do lugar de onde ouvirem o som da trombeta, juntem-se a nós ali. Nosso Deus lutará por nós”. Neemias 4:19 e 20

Um dia especial

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Hoje é um dia especial. Hoje faço 1 ano e 11 meses de casado! Minha esposa é linda e meu casamento maravilhoso!

Mas hoje também é especial por outro motivo: hoje seria aniversário do meu pai, José Abdala Noel, que faleceu em 92.

[Miss you]

É fácil achar algo sobre nós mesmos na Internet, mas como faz tempo que meu pai faleceu, não há uma menção sequer a ele no Google, o que é um grave erro. Então deixo aqui minha homenagem a ele e essa menção especial ao grande homem que foi.

I see a picture of a little child
standing alone
wondering where you are
I can’t believe how this child has grown
living this life
sometimes so alone
still I wish that I had one more chance
to have you hold me once again
but even though I know I can’t
you’ll hold me in heaven

Apesar da saudade, agradeço muito a Deus por ter sempre se mostrado um Pai amoroso e presente, por ter me instruído e me conduzido até onde estou hoje.

/me is back

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Ufa!

Passou a semana, passou o FLISOL (que foi muito bom), passou o final de semana… Só faltou um tempo pra dormir (nem lembro mais como faz isso).

Gostaria de me desculpar com várias pessoas por estar ausente nesta última semana. Estou (bem) atrasado com algumas coisas, mas já estou colocando-as em seus devidos lugares.

O FLISOL foi super, logo faço um relato e libero as fotos.

Emoticons no GMail

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Se você é uma pessoa como eu, que acha que o GMail foi a melhor invenção desde o tênis com rodinha, vai achar isso interessante…

Hoje estava curioso sobre todos os emoticons disponíveis no gtalk a partir do gmail. Na minha opinião, são os melhores emoticons entre todos os programas de mensagens instantâneas. Através de uma pesquisa óbvia no google, encontrei a tabela abaixo que retirei desta página.

emoticons disponíveis no gmail

Aproveitem!

Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui

Do XP ao Vista “de grátis”, fazendo um download de 30Mb

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Após 5 anos de buscas no Google (que foram chamados de “5 anos de desenvolvimento”), a Microsoft encontrou esse programa (pode baixar, se estiver com medo de pegar vírus não deveria estar usando windows), o que possibilitou o lançamento do Windows XP SP3 rebatizado como Windows Vista.

O que esse programa faz? Ele muda todo o tema do XP o deixando com a cara do Vista, inclusive com novas funcionalidades.

Fiz isso no computador do trabalho e olha só o resultado (clique para ampliar):

Cara de Vista 01 Cara de Vista 02 Cara de Vista 03 Cara de Vista 04 Cara de Vista 05

Moral da história

Se quiser ter todas as “inovações” do Vista, não precisa pagar caro nem trocar de computador.

Se quiser inovações de verdade, use o Ubuntu.

Atualização: Se você realmente quiser gastar dinheiro com um sistema operacional, então faça direito e compre um Mac.

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Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui

9 de março: o primeiro dos dias dos homens

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FotoGostaria de parabenizar aos homens (que acho que são meus únicos leitores, infelizmente) pelo primeiro de seus 365 dias (já que ano que vem tem o 29 de fevereiro)…

Ironias à parte, eu gostaria apenas de dizer que, pra mim, o Dia Internacional da Mulher acaba sendo mais uma forma de machismo.

Não sou machista. Sou contra o machismo tanto quanto sou contra o feminismo. Por que dizer que apenas um dia no ano é “o dia” das mulheres?

O Dia Internacional das Mulheres é no dia 8 de março em homenagem à mulheres que foram assassinadas no dia 8 de março de 1857 por reivindicarem menor jornada de trabalho e igualdade de condições com os homens. Nada mais justo do que lembrar essa data e essas mulheres que lutaram por seus direitos.

Por isso, por que o dia 8 de março não pode ser o “Dia Internacional da Igualdade“? A mulher não é mais que o homem da mesma forma que o homem não é mais que a mulher. Ambos são parceiros, ambos se completam.

Como diz a Bíblia, Adão não viu ninguém que lhe correspondesse, que lhe fosse semelhante, então Deus criou a mulher.

Foto

Mulheres, parabéns pela sua luta pela igualdade. Homens, parabéns pelo respeito e espaço para a igualdade. E feliz Dia Internacional da Igualdade para todos (valorizando as boas diferenças que existem)!

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